quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Tudo em troca de nada.


Solta-se o beijo.
Olha-se nos olhos.
Trocam-se juras eternas.
Sente-se a respiração ofegante.
E num piscar termido de olhos, vai-se tudo.
Foge a felicidade repentina, dos amores de verão dos eternos amantes.
E aquela paixão repentina que havia aparecido naquela noite quente de verão, voa assim que veêm os ventos do outono.
E enquanto um se entrega a esse amor que pensa ser eterno, devido a dimensão dos carinhos, e a felicidade de cada toque, vê os seus sonhos, vê o seu "sempre", desmoronar-se.
Porque enquanto um dá o possivél e o impossivél para manter uma relação de verão, o outro apenas se quer divertir.
Á conta de mais uma menina apaixonada, á conta do sofrimento dos outros.
E mais uma vez.
Começa-se do zero.

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